Suicídio – Será o fim de tudo?

Jesus afirmou: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” (João 16.33)

As aflições de nosso cotidiano se apresentam em forma de decepções, frustrações, doenças, humilhações, perdas, etc. Tudo isto pode gerar uma profunda crise de tristeza e desânimo. Mas não estamos sozinhos no meio dessas lutas. Tomar decisões precipitadas pode não ser o fim dos problemas, mas o agravamento deles. Neste breve estudo bíblico iremos aprender que a morte física não é o fim de tudo e que Deus tem o melhor para nós.

suicídio não é a solução

“Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.” (Salmos 103. 14)

Em Jeremias 29.11 Deus tem uma notícia fenomenal para nós: “Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.” Aqui fica evidente que não estamos abandonados à própria sorte! Deus se importa muito conosco. Além do mais, se Ele nos criou dotados de corpo, alma e espírito, é porque ele tem um propósito conosco além de nossa existência física.

Criados para uma eternidade!

Muitos afirmam que somos apenas um aglomerado de moléculas em atividadevivendo por certo período de tempo para logo depois se decompor nochão frio de um cemitério. Mas a forma como Deus criou o homem prova algo diferente. Na Bíblia, a única fonte digna de confiança, lemos assim:

E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” (Em Gênesis 2.7)

Deus fez o homem alma vivente (que existe eternamente). Aqui temos algumas lições: Primeiramente, a vida pertence somente a Deus! Foi ele quem a deu e, portanto só Ele pode tirar. Se tentarmos fazer isto estaremos atuando como se fôssemos Deus. Então fica claro que não temos esse direito!

Segundo: a vida só foi manifestada em Adão quando ele recebeu o sopro divino. O sentido foi duplo: vida física e espiritual. Estar vivo espiritualmente implica em ter um relacionamento com Deus. Adão foi criado neste estado. A queda, ou seja, o seu afastamento de Deus corresponde à morte espiritual. Em Gênesis 3.11 Deus confronta Adão por sua desobediência, pois ele havia sido avisado deste o perigo:

“Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gênesis 2.17); “E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?” (Gênesis 3.11)

A pergunta a Adão foi para que ele avaliasse a dimensão de seu erro, pois a partir dali a morte espiritual passaria a toda humanidade. De fato, algum tempo depois, (na época de Noé), o pecado atingiu o grau máximo de perversidade e nós sabemos que o dilúvio foi a penalidade dessa corrupção:

“E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.” (Gênesis 6.5)

Será que morte física significou o fim de tudo para a geração de Noé?

Não absolutamente. Todos eles morreram em pecado e estão aguardando no inferno o julgamento final. O que? Como se sabe disto? Quando Cristo veio ao mundo como Salvador, Ele anunciou na terra o arrependimento para perdão dos pecados. Ao morrer, ele visitou o inferno apenas notificar aos presos ali que Deus havia cumprido a promessa de salvação feita no início do mundo. 1 Pedro 3.19,20 fala sobre isto.

“No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água.”

Isto prova que os mortos no dilúvio não criam que precisavam se converter. Em Apocalipse 20.12,13 temos uma revelação sobre o Juízo Final. Todos os que partiram para a eternidade perdidos estarão lá, inclusive os rebeldes que pereceram nas águas do dilúvio:

“E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.”

A necessidade de salvação antes da morte física

Todo mundo sabe que a morte significa “separação.” Se alguém morre fisicamente é separado do mundo físico. A morte espiritual, porém é um estado, trata-se de nossa inclinação ao erro e todos nós nascemos assim desde o berço, por isso precisamos ser vivificados. Veja abaixo um trecho da conversa entre Jesus e Nicodemos. Jesus deixa claro que precisamos nos converter, nascer de novo, para termos a vida eterna.

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” (João 3.3); “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

A vida eterna é o auge do propósito divino para o ser humano.

Se Deus fala em vida eterna é lógico que somos eternos! Temos fé, consciência, memória, inteligência, emoções, vontade e outros elementos que provam isto. Em Romanos 7.22 lemos assim: “Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus.” A verdade é que viemos a este mundo para termos um relacionamento com Deus, conhecendo-o através de sua Palavra. É somente através da Bíblia que conhecemos a realidade da salvação, juízo, ressurreição, céu, inferno e outros temas importantes. Em Atos 17.26-28 lemos assim:

“E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação; para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós; Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.”

Adversidades, inveja e ódio contra o ser humano

Satanás odeia o ser humano. Ele conseguiu enganar o primeiro casal e continua tentando destruir o propósito de Deus para nossa vida. E então? Vamos deixar que isto aconteça? Vamos acreditar nas mentiras do diabo ou nas promessas de Deus? Consideremos ainda os textos abaixo:

“Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta.” (Hebreus 6.18); “Porque o Senhor será a tua esperança; guardará os teus pés de serem capturados.” (Provérbios 3.26); “O Senhor será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia.” (Salmos 9.9)

O que acontece se crermos na mentira de Satanás? O que significa a falta de confiança em Deus?
“Porquanto dizeis: Fizemos aliança com a morte, e com o inferno fizemos acordo; quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque pusemos a mentira por nosso refúgio, e debaixo da falsidade nos escondemos.” (Isaías 28.15)

Tenha cuidado! O suicídio que o diabo oferece é apenas o meio mais rápido para a perdição eterna. Ele deseja estragar nossa vida aqui e na eternidade. Definitivamente crer nas promessas de Deus é a única garantia para a vitória. Em João 10.10 Jesus revela não somente o combate espiritual que enfrentamos, mas também o seu desejo de transformar o nosso modo de vida:

“O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” (João 10.10) “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17.3)

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